sexta-feira, 9 de março de 2012

O PODER DA VAIA - Por Rodrigo Curty

A noite de quinta-feira marcou a segunda partida do Flamengo na Copa Libertadores. O torcedor rubro-negro lotou o Engenhão, apesar do horário da partida(19h30).

O que poderia ter sido uma festa para os fanáticos torcedores, acabou em tensão e desespero.


Está cada vez mais nítido que Joel Santana não consegue fazer o time encantar, e consequentemente embalar na temporada. É bem verdade que o treinador não conta com vários titulares. Jogadores como Felipe, Willians, Renato, Maldonado, Aírton, e por aí vai. A bruxa está solta neste departamento. Léo Moura, por exemplo, mas uma vez se contundiu. Que fase!

A partida contra o Emelec foi de ruim para bom. O time equatoriano, inclusive foi melhor na primeira etapa. O Flamengo, por sua vez, mesmo com um jogador a mais, em longa parte do tempo não conseguia encaixar as jogadas, ousar e empolgar a arquibancada.

E mais uma vez, o artilheiro do amor resolveu para o Mengão. Vágner Love recebeu belo passe de Ronaldinho Gaúcho e deu números finais a partida. Se não foi um show, pelo menos para a torcida, valeram os três pontos e a liderança do Grupo 2.


E quem diria, o maior salário do time foi vaiado demais. R10 tocava na bola, e dá-lhe vaias. O jogador, após isso melhorou. Deu carrinho, passes longos, ajudou na defesa. Será que as vaias deram um efeito positivo? Saberemos daqui pra frente, pois o camisa 10 entendeu e afirmou que as vaias são positivas.Domingo tem FlaxFlu, e quem sabe o meia não desencanta em clássicos?

Até a próxima!